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E quando seus filhos brigam, o que você faz?

Oi...
Pelo vídeos que você faz eu vejo que a minha casa e um pouco parecida com a sua, tenho uma menina de 2 anos e um menino de 4, eu queria saber como vc procede quando eles brigam, seja por brinquedos, ciúmes, as vezes até por motivo nenhun !! 😔
Aqui em casa e Assim,  eles estão bem ai do nada eles estão brigando chorando gritando um com o outro...


As vezes temos atrito por aqui, mas não dura mais que 1 minuto. Ensinei que ela (5 anos) deve falar COM ele (2 anos) e não PARA ele.
Como assim? Reparei que o que prolonga o stress são as queixinhas:
 "Olha mãe... Socorro..olha o que ele fez!!!" "Mãe...ele não me deixa brincar com nada!!!"
Coisas que acontecem quando ele quer toda a massinha, ou quando quer a boneca que está na mão dela. E se eu não apareço na mesma hora para intervir, a crise piora.
Não quero intervir. Mas se não intervenho, ela ou ele, meio que abusam e aproveitam-se para "vingarem-se". Tudo muito sutil... Joana grita ou aperta a bochecha dele... ele da um tapinha ou puxa o cabelo dela.
Percebi que a raiva aumentava pela minha falta de apoio.
"Para vc está errado!" "Para...isso é do Pedro". Eles se sentem vingados e recompensados quando eu falo isso, o que é muito ruim.

Então, identifiquei que quando transfiro a eles a responsabilidade de argumentar, eles tem que se entender sozinhos.

Nesse momento, Pedro não tem cognição neurológica suficiente para argumentos... mas a Joana tem.
Então falo como se ele percebesse tudo:
"Joana e Pedro... olhem um para o outro.
O que vc quer Joana...?, Mãe, eu quero o lápis azul!! Ele não me deixa desenhar!,
Não falem para mim... falem um como o outro.
Pedro..
 quero o lápis azul".
Fazendo isso tirei grande peso da raiva que eles sentem.
A maioria das vezes as emoções se confundem e eles não sabem o que sentir...pensar.
Nós, os adultos, temos que estar em paz, ter animo leve e não julgar nem mesmo com os olhos, para que não se sintam afrontados.

Acredite, não tem nada a ver com a bola, com a roupa, com a comida que o outro tirou.  É uma briga de descontrole emocional. Não existem errados e certos. Por isso não podemos tomar partido... mas devemos ensinar a resolver.
"O que vc precisa Pedro? Diga a ela. O que vc não gosta que ele faça Joana? diga a ele, com calma. "

Recomendo também a leitura desse texto.. Briga entre irmãos.


Meu filho de está terrível? Ele é agressivo, irritado...

Repito isso quase diariamente aqui...
Criança NÃO nasce com personalidade.
A personalidade ele formará com você e por sua causa! Ele se comporta de uma forma... sua reação a esse comportamento irá formar a personalidade dele.



"A personalidade futura, será o resultado do temperamento e as ações educativas que receba dos adultos (Pai, Mãe, irmãos, avós, educadores, etc...) e das relações que ele mesmo estabeleça.
A criança vai criando uma conduta em função das reações que os adultos tem ante seu comportamento e as diferentes experiencias que for acumulando."


Parei de pedir, comecei a dar... RELATO


Muito obrigada pelos vídeos que tem feito.
Muito obrigada porque, com a tantas mães que a ouvem, também me tem feito repensar e, não apenas isso, mudar as atitudes/o olhar.

Ando no jejum dos gritos, desde 21/5. E gosto tanto disso! Mesmo que não veja, ainda, as mesmas mudanças nos gestos e tons da pessoa mais importante da minha vida, sinto realmente que é assim que quero viver com/para a família, nesse modo "lua de mel". Se Deus quiser, havemos de conseguir manter-nos no trilho.
O reconhecer do meu olhar amargo, sobre tudo perante as atitudes dos outros, associado a um sentir doloroso, como se "tudo" se tratasse de um ataque pessoal, depois a história que contou da nora/sogra_ assustadora no início (desejar a morte de alguém?!), mas reveladora de uma lição profunda , as suas palavras sobre o papel/culpa das mães/pais e a inocência das crianças (tantas vezes, esquecida/atropelada), enfim...

Resistir à tentação da auto-comiseração e vitimização.Alargar a visão para perceber as bênçãos e maravilhas de Deus.
Não desistir. Pôr mãos à(s) obra(s).
Não fechar portas.
Ser humilde e grata, na prática do dia-a-dia.
Mais do que querer, ser de verdade.


Por isso, Stephanie, obrigada.
Encontrei-a, por acaso. Identifiquei-me pela situação de emigrante, sem família/apoio perto e profissão interrompida, ou melhor, alterada por opção pessoal (no seu caso, com uma convicção inabalável, graças ao seu carácter de total segurança em si própria).
Vou ouvindo sempre que tenho tempo livre; ao vivo, consegui assistir a um único vídeo, mas foi muito interessante a sensação do "estar em directo". 

Lufada de ar fresco, tão bem fundamentado no ensinamento de Jesus.
Até um dia.
Beijinhos,
Daniela

Meus filhos não param na igreja, e agora?

Seus filhos não para quietos em lado nenhum? Na igreja já estão dizendo que seu filho tem um demônio no corpo? Não sabe mais o que fazer? Assista esse vídeo!
Sou Stephanie Cabrita e escrevo o Mãe de Família.


Meu filho precisa ser corrigido... e agora?

Você se zanga, seu filho realmente abusou... dessa vez ele merece uma palmada. Afinal, o pai que não corrige com a vara, não ama... será?
Eu preciso bater para ter autoridade?
E se eu não bater, vai ficar por isso mesmo?

"O mundo vai acabar agora e eu devo corrigir já, nesse momento. Não teria outras chances na vida para educar. Então vai ser no tapa mesmo!"

Parece prático, dar uns tapas, mostrar quem manda e ele terá que aguentar, você é o pai.

Se você fosse um amputado, sem braços nem pernas, e quisesse educar seu filho, como faria?
Inventar um jeito de segurar a vara com os dentes, ou usaria sua inteligencia para educar?

Assista esse vídeo. Está bastante completo. Se não for o suficiente, assista todos.
E vamos juntos, não apenas corrigir, mas educar para a vida.



No vídeo cito este texto "O Dom de educar com Paz"

Stephanie Cabrita.

E vossos filhos, já aprontaram alguma?

Você já viu uma situação se passar com uma criança e pensou, onde estava essa mãe?
Ou mesmo se perguntou, como essa mãe deixou isso acontecer?
Ah a maternidade... é uma rotina de cuspir para o cima. Por mais que pensemos ter tudo sob controle, basta 1 segundo e tudo muda.
E sobre isso falamos neste vídeo feito em uma de nossas conversas ao vivo pelo facebook.


A crise dos dois anos, o que eu faço?

E de repente você olha teu anjinho nos olhos e ele não demonstra a mesma doçura. Te afronta com o olhar. Da noite para o dia tudo muda...como isso aconteceu? Onde foi que eu errei?
Assista esse vídeo...um papo sério sobre as mudanças na tão temida fase da "adolescência dos bebês".



Ser mãe não é difícil...difícil é seguir a cartilha que nos impõem!

Você e seu bebê estão bem, entendem-se um ao outro. Adoram estar agarradinhos e se não fossem as tarefas domésticas, tudo seria perfeito.


Mas...
Tem sempre alguém para palpitar e dizer que está mal, que ao colo não pode, depois ele nunca vai querer ir à creche ou que não vai aceitar estar com mais ninguém. Que ele deve dormir no quarto dele, se não seu marido vai te deixar, sua vida vai ser o inferno por causa do bebê.

Mas vocês estavam tão bem antes desses maravilhosos conselhos.

Quem estará certo?
Se deixar o bebê chorando até dormir na caminha dele, mais tarde ele vai ficar com quem você precisar que fique?

Ele se acostuma ou se conforma? É esse o filho que você quer? Um conformado...que desiste de lutar?

Acha que é por isso que os outros bebês querem estar sempre com a mãe deles, porque elas mimaram demais?

Ou será que bebês são apegados a suas mães graças a um instinto natural de sobrevivência?
O que é certo ou errado? Onde o bebê tem que estar?

Assista o vídeo


Até os bebês andam zangados!


Crianças nervosas, adultos irritados, todos à beira de um colapso nervoso. O que está acontecendo com nossas famílias?
São crianças se espancando à porta das escolas, pessoas vandalizando carros, senhoras idosas sendo violadas.

Estão todos passando dos limites!
Falta amor, calma e empatia.

Menos punição e mais ação... esse é o caminho para formar pessoas de bem.

Levantar para brincar com eles. Abraços inesperados e sorrisos nos momentos de crise.
Nossos filhos precisam de pais equilibrados e seguros, mães calmas e com domínio próprio.
Precisamos fazer diferente, pelo futuro de todos nós.
Assista o vídeo. Um papo sério sobre como lidar com os filhos "problemáticos".



O que faço quando uma criança me desacata?

Devo corrigir o filho dos outros?
é uma questão bastante pertinente e foi tema para uma conversa em um de nossos vídeos com perguntas e respostas no facebook do Mãe de Família.

Pode ler mais sobre esse assunto nesse link aqui.


Criança tem que engatinhar

Já vos escrevi AQUI sobre esse tema. Mas um vídeo em uma conversa informal pode facilitar a compreensão.


Filhos sem limites?

Existem agora muitos métodos e regras para educar filhos. Algumas mais restritivas que outras.
Eu acredito no velho e bom senso, onde o respeito deve imperar.
Sou amiga, quero ser amiga e ensino a ser amiga. E amiga orienta, ensina, ama, cuida e briga com respeito.
Isso significa que eles estão sem uma figura de autoridade? Não!
Significa que conquisto minha autoridade no dia a dia, sem precisar impor.
Algumas vezes falo de forma mais dura, firme? Claro. Assim como uma boa amiga deve fazer. Amiga de verdade, não uma pessoa que faça parte do vinculo, mas alguém que partilha sinceros interesses no crescimento e desenvolvimento do outro.

Assista o vídeo, vai esclarecer melhor o assunto. Se preferir, comece pelo minuto 10.

Meus filhos vão ter traumas de infância

Não tenho o menor problema em admitir isso. Muitas coisas ele terão que entender sozinhos, que eu fiz para o bem deles. Tenho minha consciência tranquila. Me esforço, faço o meu melhor. Sou amorosa, amiga mas sou firme no que acredito ser o melhor para eles.

Não me preocupo por ser a má da história de vez em quando. Não estou carente, desesperada pelo amor deles. Minha prioridade é criar pessoas saudáveis, emocionalmente estáveis, que respeitem ao próximo e a eles mesmos.
Assista ao vídeo. Uma conversa franca sobre esse assunto.

Bater é eficiente?

Quando será que uma palmada realmente faz falta? E Castigo?
Qual a forma mais eficiente de educar para a vida?
Assista esse bate-papo maravilhoso que tivemos durante uma de nossas lives no facebook.

Por Stephanie Cabrita, Mãe de Família.

Depois de ser mãe, muita coisa mudou?

Na maternidade temos que fazer algumas escolhas. Tomamos decisões a pensar no melhor dos nossos filhos em detrimento do nosso querer. Ou será que nosso querer é que muda?
Continuo sendo mulher, esposa. A menina que um dia fui está aqui... mas decidi ter paz e embarcar de cabeça na maternidade.

Quem não faz isso, acaba por viver alguns anos de conflito interno e muitos stresses familiares.
Assista o vídeo. Uma conversa ao vivo que pode te ajudar.


Por stephanie Cabrita, Mãe de Família.

Extensão e capa protetora para segurança do bebê.


Hoje vos falo desse maravilhosos engenho  que facilita muito a minha vida.
Você encontra esse produto em loja de materiais elétricos, e grandes lojas de materiais de construção.
Procure por Capa Protetora de Fichas Elétricas, ou em Aessorios de Extensões Elétricas no google.
Não é um vídeo de publicidade.

Uma geração de imaturos emocionais


Criança deve sentir medo, insegurança e tristeza, fracasso, raiva, fraqueza, impotência, solidão, vergonha, e aprender com sua ajuda a lidar com os sentimentos.
Saber que vai sobreviver, que é normal e saudável, mas que todos os dias é uma nova chance para fazer melhor, não devem desistir sempre.
Não prive seus filhos das descobertas do que te parece mal.
Nessa fase, enquanto está sob sua supervisão,  ele ainda é capaz de “aprender” sem a amargura e desconfiança que a idade adulta muitas vezes trás.

No mundo, teu filho terá aflições. Ensine-o a ter “bom ânimo”, para que possa viver em paz.

ATENÇÃO! 
Não confunda, isto não é para bebês (24meses).




Não sabe como fazer isso? Assista os vídeos, leia os textos e vem fazer parte da família aqui no MãedeFamilia.pt

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