quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Marido e Mulher, minha experiência pessoal



Não divido o tempo.

Todos juntos sempre.
Se eu pudesse... iria jantar apenas os dois 1 vez por semana, ou ia para uma noite escaldante num hotel rsrsrs...mas não temos ninguem, por isso, sempre todos.

Vida romântica?

Minhas expectativas, meu conceito de romance não são "hollywoodianos".
Acredito no amor normal, do dia a dia.
Brigamos, discutimos, graças a Deus dentro do normal. Sem faltar ao respeito. Sem nunca dormir sem resolver as pendencias. Ceder, ceder, ceder... admito meus erros. Eu sei que, muitas vezes, no fim do dia eu estou mais chata, cansada... sem saco.


Não somos propriedade um do outro.

Somos 1? Nesse momento somos 4.

Educação e formalidade são indispensáveis para mim. Com filhos, marido, até com minha mãe.

Preciso de cumplicidade para viver com alguém.
Cumplicidade não é sinônimo de libertinagem
Sem cumplicidade eu não consigo ser íntima.

E cumplicidade se conquista.

Como eu faço isso?
Coisas em comum. Mas precisam ser coisas sinceras.
Por exemplo: Não gosto de MMA (aquelas lutas que nem sei bem o nome), nada contra... mas não acho mesmo divertido. Meu marido ama!!! Assiste toda semana os preferidos dele.
Mas eu não vou sentar para fazer de conta que eu gosto.

O que gostamos em comum? Ver filmes e séries.
Então vemos juntos. Estes pequenos momentos nos unem todos os dias. Somos amigos, parceiros de filmes.
Fora o normal, filhos, casa, família... temos nosso escape, quase diário, a ver nem que seja 1 episodio de 45minutos enquanto os filhos dormem. E esses pequenos momentos, tempo de qualidade, realçam nossa cumplicidade.
Até assistimos filmes com a Joana de 3,5anos. É um momento certo aqui em casa.

E assistir o  Caio Fabio , online.  Amamos ver juntos. E se vemos em separado, comentamos a respeito.
Isso nos une.

Tenho momentos assim, com minha filha também, eu adoro desenhar com ela...


Um relacionamento pode não dar certo?

Uiii se pode!!
E há que se respeitar isso também.

Não somos propriedade, e se não estamos bem, temos o direito de ir. Mas estamos unidos o resto da vida. Além da vida em comum que temos nesses ultimos anos, temos filhos.

Mais importante do que ser marido e mulher, é sermos servos do amor.
E no amor, não cabe amargura e ressentimentos.
E como só podemos servir a um Senhor... temos que escolher.
A escolha é fácil.
Escolho o Deus do Amor. E nunca ao deus da posse.

Por isso... Respeito, admiração, cumplicidade, ceder e admitir os erros... E o principal, e que engloba tudo é Servir juntos ao Amor.

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