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Jogar amarelinha desenvolve o cérebro


Pular amarelinha é das atividades mais completas. Aprendemos matemática, coordenação motora, desenvolvimento neural, equilíbrio, força, interação, atenção. 


Além de ser um passatempo divertido e barato que você pode e deve fazer a partir dos 2 anos de idade. Obviamente, com alguma dificuldade no início e fora de regras... mas com o tempo e persistência, todos aprendem. Recomendado para meninos e meninas. Pular amarelinha está longe de ser um jogo apenas para meninas. 

Seu filho não engatinhou, ou engatinhou errado? (Leia mais sobre isso aqui) Essa é a atividade ideal para ele. 

Não sabe pular? Entra no link, a Joana com 4 anos te explica. 


Existem brinquedos que não são educativos?

Passeamos no shopping, entramos em lojas de brinquedos. Deixo meus filhos olharem, namorarem, conhecerem tudo o que há. Mas quem escolhe e compra o presente sou eu.



Observo-os as preferências em casa dentre os brinquedos que já temos, e não só.
Pedrinho, agora com 1 anos 7 meses, sempre demostrou interesse por organização e brinquedos de encaixe. Não pode ter um copo à mão, que arranja alguma coisa para jogar dentro.
Se me vê com uma chave de fendas consertando alguma coisa em casa, ele pede… e quando dou, começa a tentar atarraxar algum parafuso.

Nas lojas, agarra-se a muitos brinquedinhos coloridos e grandes, mas nem todos ele vai realmente brincar em casa.

Joana, com 4anos e meio, quer um violão (já partiu outro), quer eletrodomésticos de cozinha a brincar, quer a tal da bebe alive que ela vê o tempo todo no youtube.
Quer tudo que existe no mundo. De livros à caixinha de musica passando por bolas de encher (bexiga) e pela maior e mais cara Elsa (frozen) de todas. E se der, quer um ring de patinação para ter no quintal. Hoje mesmo pediu um trampolim.
Ela sabe que vai ganhar 1 presente, e optou pela Elsa gigante, mas não fiz promessas.



Alguém me perguntou: “Você não prefere comprar brinquedos educativos?”

Meu filho quer que eu compre tudo o que ele vê


Estamos em um mundo de consumo, e a oferta é agressiva. Os brinquedos estão à mão no supermercado. As publicidades apelam por todo lado. Mas nós sabemos que nem tudo que eles querem, eles vão usar. Alias, a maioria fica escondida ou perdida em alguma caixa dentro de casa.
Felizmente, temos como comprar algumas coisas, mas nem tudo é uma questão de dinheiro.
Minha experiência como mãe, é que, brinquedos não os fazem mais felizes.
Eles nem se lembram daquele tão sonhado brinquedo que tanto queria na semana passada.
Aprendi que quanto menos tiverem, mais felizes ficam com o que recebem e até mais cuidadosos.

Mas o que eu faço quando ela pede alguma coisa?
Como mostro no vídeo, eu uso de alguma psicologia.
Explico que sim, posso comprar assim que tal data chegar.
Outras vezes apenas apresento opções do tipo "vamos dar teu dinheirinho a eles, ficamos com esse brinquedo e eles com teu dinheirinho. Pode ser Joana?"
Já vos escrevi sobre a mesada, assim ela vai percebendo o "valor" do dinheiro.

O resto tem que vir do seu bom exemplo. Não compre tudo o que quer. Explique suas escolhas e mostre como é importante ter domínio próprio.
Educamos pessoas que valorizam o que realmente tem valor e não o consumo.



Hoje fomos ao supermercado. Assista e mostre aos seus filhos. Como Joana e eu fazemos compras.

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