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Birra ou transtorno

Birra ou transtorno no desenvolvimento? será autismo? todas as crianças são assim? no vídeo eu menciono este link do Lua de Mel 👉🏽 https://youtu.be/45nWfpCILw8 Assista o vídeo...



Meu corpo, meus filhos, minhas regras?

 

Sabe quando você se da conta que está mais preocupada com o que os outros pensam, do que com o que teus filhos precisam???

Assista o vídeo...


Brigas e zangas em casa?





 Quando tudo começa a dar errado... quando ficam nervosos e sinto-me a perder o controle da situação...

Literalmente paro tudo e priorizo nosso amor. É o que eu chamo de Lua de Mel com os filhos. 

Por vezes faço individualmente, agarro-me mais a 1 deles. Em outras é justamente o contrário: trabalhar a união dos meus filhotes. 

 Criar situações em que precisam apoiar-se, unir forças e ganhar cumplicidade.

 Esta semana foi assim... exercitando e zelando pela amizade do Pedro e Jorginho.

 São os dois mais novos e tentam conquistar a atenção dos manos mais velhos (Joana e Afonso) e competem por eles ou por mim. Nesta Lua de Mel, Pedro e Jorginho descobriram que já conseguem se comunicar e que tem muito que aprender um com o outro. Sem competir... juntos são mais fortes.

Voltar ao primeiro amor, faz toda a diferença.

Eu não quero usar isso mãe!



Minha princesinha linda é cheia de opinião.
"Eu gosto disso, não quero aquilo. Isso não combina!"
E ela estava decidida a não usar meias! Coisa simples, mas que para um pai/mãe menos paciente e decidido a ser obedecido a todo custo, poderia ser motivo de grande conflito.

"Como assim? Meu filho não TEM que me obedecer? Sou eu quem manda aqui!!!"

Isso depende de dois fatores:
Que tipo de filho você quer criar para o mundo.
Quais são suas prioridades na vida.

Quero filhos que saibam escolher e que tenham opinião.
E minha prioridade é que eles sejam bons, gentis com o próximo e com eles mesmos.

Existem ordens que passam apenas pelo querer e raiva pessoal. Uma necessidade mal resolvida de ser obedecido. Você está frustado e precisa de alguém que esteja abaixo, para que você sinta que esta acima.
E ordens que são limites de amor que você oferece de coração aberto ao seu filho.

Quando íamos sair, eu dizia: "Joana, calça as meias." Ela retrucava dizendo que sentia calor nos pés. Ou que as meias incomodavam.
Comprei meias mais bonitas e confortáveis. Talvez estivessem mesmo apertadas as outras.
Ainda assim, ela não gostava de usar. Colocava e começava a chorar irritada. Dizia que lhe faziam mal aos pés.

Qual era minha preocupação? Que ela estivesse bem, certo? Não estava preocupada com minha autoridade. Eu sei quem sou e sei que ela me respeita. Eu podia dizer: "Eu estou mandando, se você não calçar não vamos ao parquinho". Mas preferi respeitar a escolha dela. Mesmo eu sabendo que ela estava errada.

Até que... ela andando com tênis, sem meias, fez bolhas nos pés, e agora não quer mais andar sem meias.
Ensinamos a escolher, ensinamos a aprenderem com próprios erros, e intervimos com autoridade respeitosa, quando REALMENTE é preciso.

Birra no supermercado, versão 'é comigo'.


Pedrokinhas está uma graça... mas... Andamos numa fase do "QUERO!"...
Estávamos agora no supermercado e fomos lanchar, ao lado estavam revistas, e aquelas revistas com brinquedos inúteis. Já estão a ver a cena do espetáculo do dia?
Hora de vir embora, começa já a choramingar em tom crescente dizendo "quééé!!" - ainda não fala - e o gemido/choro/grito/voutematardevergonha cada vez mais alto.
Olhei e disse "Esquecemos alguma coisa TUA ali?", com a cabeça fez que sim... "então vai buscar". Parou meio surpreso, olhou para o brinquedo apontou e voltou a chorar.
"Se não é teu, podemos ir embora".
Na hora ficou meio perdido e eu lhe peguei pela mão, e o choro ganhou a proporção de birra 'vou para o chão'.
Olhei séria/brava "vou agora mesmo falar com as pessoas da loja e perguntar porque tem uma coisa tua ali", novamente, soluçando de tanto sofrimento, consentiu com a cabeça.

Com ele pela mão fomos à senhora que estava parada ao lado. Uma simpática funcionária das limpezas da loja, com quem inclusive já tinha trocado meia dúzia de palavras momentos antes.

"Peço desculpas estar-lhe a incomodar mas, meu filho insiste que aquilo o pertence.
É dele?" Ao que obviamente respondeu que não, também ela estava a assistir o show, e facilmente percebeu o papel dela na dramaturgia.
Pedro constrangido baixou a cabeça - ohhhhhhh que fofinho - e viemos embora.

(No elevador... "Nunca mais faças isso Pedro, nós não trazemos oque não é nosso!" 😛😜 )
The end.

Por Stephanie Matos, Mãe de Família.
#Tea #Azul

Meu filho foge de mim e faz birra quando não dou o que ele quer.


Corre que lá vem a mamãe!!!
Olha mãe, eu consigo chegar aqui sozinho... fica orgulhosa mamãe.
Viu, eu posso correr...e que bonitinho esse balde aqui a meio do caminho (lixeira) o que será que tem dentro?
Eu já alcanço, oba! Vou tentar pegar e mostrar para mamãe do que eu sou capaz.

Ela está gritando comigo...porque? Mãe, você não está orgulhosa de mim?
O que está acontecendo? Eu apenas fiz coisas iguais as que você sempre faz.
Peguei as coisas naquela loja grande e joguei no carrinho... algumas mais bonitas eu apenas segurei. Tão lindo, eu não quero soltar. Agora entendo porque a mamãe sempre faz isso. Vem aqui, pega as coisas e leva para ela.
Finalmente cresci e já posso fazer igual a mamãe.

Mas ela briga comigo. Isso tudo é tão confuso. Se eu não posso pegar, porque ela me trouxe aqui?
Outro dia ela feliz e orgulhosa, contava para todo mundo que eu estava andando, e agora até me bate quando eu corro.

Mundo ruim, estou infeliz, com raiva da mamãe, com vergonha do papai, ela contou tudo para ele e ele e agora, já nem me lembro porque e ele também briga comigo.
Estou sozinho, perdido e sem entender.

Será que ninguém tem paciência para me explicar muitas vezes até eu conseguir perceber o que é certo e errado? Talvez demore anos, eu sou criança.

Eu não sei o que fazer. Tenho o cérebro de um bebê e habilidades de um menino crescido, por isso me tratam como se eu tivesse 12 anos.


Se você anda perdido, sem saber o que fazer, recomendo nossos vídeo-papo de mãe. Assista esse e outros vídeos.

Terrible two? Adolescência do Bebê? Quanto tempo dura isso?

Quando começa e até quando vai a tal crise dos 2 anos. Pode começar antes? Acaba quando?


Não existe propriamente uma fase de crise. É um período de descobertas que com um tratamento inadequado por parte dos pais, autoritários, impacientes e cheios de necessidade de controle, acaba por se transformar em crise.

Quanto tempo pode durar?

Pode nunca mais passar, ou ser apenas esses momentos de surpresa, novidade de sentir e viver, que duram curtos minutos em cada dia. Até quando? Até aprender a se comportar frente a essas novas emoções.

Você sabe reagir frente às frustrações e angustias da vida? Então ensine.
Não sabe? Seja tolerante com você mesma e com seu filho e aprendam juntos.

Ele nasceu de um ser vivo, mas é uma "pessoinha" independente que deve aprender a ser HUMANIZADO com sua ajuda, sem sua ajuda, ou apesar da sua ajuda.

Stephanie Cabrita, Mãe de Família

Meu filho mexe em tudo, o que eu faço?

Foto feita pela irmã dele, Juju agora com 5 anos.


"Stephanie, bom dia, tudo bem?
Gostaria de pedir sua ajuda, meu bebê tem 1a3meses, está na fase de mexer em tudo, mas eu não estou sabendo lidar e não sei até que ponto tenho que ensinar e se ele já entende.
Perco muito à paciência :(
Cuido sozinha dele o pai é ausente e me sinto sobrecarregada.
Seu vídeo sobre não mudar o outro me ajudou muito à começar deixar o pai dele e entender que não posso muda-lo... mas é um desafio diário."


Querida Leitora,
ensinar a não mexer você ensina, mas ele não vai aprender agora. Você tem uma criança em casa e ele DEVE BAGUNÇAR muito... TEM QUE SER ASSIM!!!! Você pode é ter menos brinquedos por vez, e afastar os objetos que ele não deve mexer por agora.
Aprenda a ter uma criança, não tente transforma-lo em um adulto
Não acabe com a infância dele, seja você mais infantil, vai te fazer bem.

Assista no youtube meu vídeo "lua de mel" com os filhos, vai te ajudar...

E quando seus filhos brigam, o que você faz?

Oi...
Pelo vídeos que você faz eu vejo que a minha casa e um pouco parecida com a sua, tenho uma menina de 2 anos e um menino de 4, eu queria saber como vc procede quando eles brigam, seja por brinquedos, ciúmes, as vezes até por motivo nenhun !! 😔
Aqui em casa e Assim,  eles estão bem ai do nada eles estão brigando chorando gritando um com o outro...


As vezes temos atrito por aqui, mas não dura mais que 1 minuto. Ensinei que ela (5 anos) deve falar COM ele (2 anos) e não PARA ele.
Como assim? Reparei que o que prolonga o stress são as queixinhas:
 "Olha mãe... Socorro..olha o que ele fez!!!" "Mãe...ele não me deixa brincar com nada!!!"
Coisas que acontecem quando ele quer toda a massinha, ou quando quer a boneca que está na mão dela. E se eu não apareço na mesma hora para intervir, a crise piora.
Não quero intervir. Mas se não intervenho, ela ou ele, meio que abusam e aproveitam-se para "vingarem-se". Tudo muito sutil... Joana grita ou aperta a bochecha dele... ele da um tapinha ou puxa o cabelo dela.
Percebi que a raiva aumentava pela minha falta de apoio.
"Para vc está errado!" "Para...isso é do Pedro". Eles se sentem vingados e recompensados quando eu falo isso, o que é muito ruim.

Então, identifiquei que quando transfiro a eles a responsabilidade de argumentar, eles tem que se entender sozinhos.

Nesse momento, Pedro não tem cognição neurológica suficiente para argumentos... mas a Joana tem.
Então falo como se ele percebesse tudo:
"Joana e Pedro... olhem um para o outro.
O que vc quer Joana...?, Mãe, eu quero o lápis azul!! Ele não me deixa desenhar!,
Não falem para mim... falem um como o outro.
Pedro..
 quero o lápis azul".
Fazendo isso tirei grande peso da raiva que eles sentem.
A maioria das vezes as emoções se confundem e eles não sabem o que sentir...pensar.
Nós, os adultos, temos que estar em paz, ter animo leve e não julgar nem mesmo com os olhos, para que não se sintam afrontados.

Acredite, não tem nada a ver com a bola, com a roupa, com a comida que o outro tirou.  É uma briga de descontrole emocional. Não existem errados e certos. Por isso não podemos tomar partido... mas devemos ensinar a resolver.
"O que vc precisa Pedro? Diga a ela. O que vc não gosta que ele faça Joana? diga a ele, com calma. "

Recomendo também a leitura desse texto.. Briga entre irmãos.


Lua de Mel educativa da certo? Acaba com a Birra constante?

Ela estava com algumas dificuldades e recomendei a "Lua de Mel".
Quer fazer também?Leia o relato e Assista o vídeo!


"Estou fazendo a lua de mel, e te confesso está me ajudando muito, estou me sentindo mais próxima dele. Sei que ainda vai levar um tempo para ele entender muita coisa mais vejo ele mais feliz. Antes usava muito o cantinho do pensamento mesmo notando que não estava adiantado de nada, desde a última vez que falei com você, parei de fazer, e com conversa acho que ele está entendendo melhor.
Vou continuar a lua de mel por mais uma semana pois acho que temos mais coisas para resolver, notei também que a partir do momento em que fico mais calma para resolver as birras do meu filho, meu marido e minha sogra também ficam mais calmos. Não contei a eles que estou tentando mudar, espero que eles mesmos percebam.
Tenha um ótimo dia, que Deus ilumine sua família hoje e sempre,
Thais Borges."

Você abraça e da carinho na hora da birra?

A leitora fez esta pergunta:
"Na disciplina positiva diz para abraçar, acolher, pegar no colo, dar amor, na hora dá birra...Mas sem fazer a vontade dá criança.
O que você acha?"


A pergunta surgiu por causa deste texto sobre birra, recomendo que leia. 

Gosto da disciplina positiva? Gosto, retenho o que é bom, mas não é minha cartilha.

Abraço e dou carinho na hora da birra? Não e sim, há que avaliar com bom senso o contexto todo.
Mas em regra geral não dá para  abraçar.
Numa birra a serio, com uma criança de 3 anos por exemplo, você não consegue abraçar. Corre o risco de apanhar...

Devemos ser firmes, sem levar para o lado pessoal, não nos sentindo afrontados.

É o que eu faço com qualquer pessoa, adulto ou criança, que tenha uma birra a minha frente. Mas como eu disse no texto é uma construção, e nos meus videos sobre educar sem bater, você vai ver que falo que devemos ter o mesmo comportamento dentro e fora de casa. Respeito, seriedade e carinho.

A crise dos dois anos, o que eu faço?

E de repente você olha teu anjinho nos olhos e ele não demonstra a mesma doçura. Te afronta com o olhar. Da noite para o dia tudo muda...como isso aconteceu? Onde foi que eu errei?
Assista esse vídeo...um papo sério sobre as mudanças na tão temida fase da "adolescência dos bebês".



Tem birra todo dia e toda hora em casa

Acordam mal humorados, zangam-se para comer.. tudo é uma luta e nada está bom.
Calma...a maternidade não precisa ser tortura chinesa! Assista esse vídeo. Um papo rápido sobre Birra, de mãe para mãe.


Até os bebês andam zangados!


Crianças nervosas, adultos irritados, todos à beira de um colapso nervoso. O que está acontecendo com nossas famílias?
São crianças se espancando à porta das escolas, pessoas vandalizando carros, senhoras idosas sendo violadas.

Estão todos passando dos limites!
Falta amor, calma e empatia.

Menos punição e mais ação... esse é o caminho para formar pessoas de bem.

Levantar para brincar com eles. Abraços inesperados e sorrisos nos momentos de crise.
Nossos filhos precisam de pais equilibrados e seguros, mães calmas e com domínio próprio.
Precisamos fazer diferente, pelo futuro de todos nós.
Assista o vídeo. Um papo sério sobre como lidar com os filhos "problemáticos".



Filhos sem limites?

Existem agora muitos métodos e regras para educar filhos. Algumas mais restritivas que outras.
Eu acredito no velho e bom senso, onde o respeito deve imperar.
Sou amiga, quero ser amiga e ensino a ser amiga. E amiga orienta, ensina, ama, cuida e briga com respeito.
Isso significa que eles estão sem uma figura de autoridade? Não!
Significa que conquisto minha autoridade no dia a dia, sem precisar impor.
Algumas vezes falo de forma mais dura, firme? Claro. Assim como uma boa amiga deve fazer. Amiga de verdade, não uma pessoa que faça parte do vinculo, mas alguém que partilha sinceros interesses no crescimento e desenvolvimento do outro.

Assista o vídeo, vai esclarecer melhor o assunto. Se preferir, comece pelo minuto 10.

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