sexta-feira, 29 de abril de 2016

Bebê nasceu, para o vovô e para vovó também!

Foto de Caio, Adriana e sua 5ª netinha.
Quando nosso bebê nasce, estamos dominadas pelos hormônios, estamos cheias de carinho, medo, ciumes, sono. Eu sei, ficamos "ocitocinizadas". Namorando, amamentando, cuidando e lambendo o filho.

E os bons avós? (Sim, os bons, infelizmente não todos)

Eles queriam estar lá. De repente eles revivem todo aquele sentimento, que você agora tem. Sentem aquele aperto no peito, vontade de estar junto, de lamber a cria, de sentir o cheirinho.
Eles querem abraçar, cantar para dormir, embalar dando o conforto, enquanto pedem a Deus para ter saúde e força para ver crescer o netinho.

Avós amam como pais, sentem como pais, mas estão longe e muita vezes ignorados, como "aparentados".
Quando ignorados e colocados de lado, muitos protegem-se do sentimento, sendo indiferentes. Chama-se "estar na defensiva".Protegem-se e atacam se for preciso.

Eu sei, agora mamãe, você quer estar agarradinha com sua cria, mas não se esqueça de ser doce e gentil com a vovó e o vovô. 

Joana brincando com a vovó.

Engula seu orgulho, e ofereça para embalar, deixe amar, deixe sentir, deixe viver. O filho é seu, os avós sabem, e se não sabem, diga. Mas permita sempre que eles sejam mais do que parentes. Não atrapalhe este sacerdócio, que eles devem exercer. Seja mãe de seu filho, e permita que ele tenha avós.

*texto escrito a pensar e pessoas normais, não os abusadores, agressores, e seres humanos maus.
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