segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Eu escolho perdoar

Você já viu aquele filme, Quem quer ser milionário?
Tem uma cena interessante, em que o garoto cai no cocô.
Quando alguém nos ofende, é assim que o ofensor fica.
Fica em meio a porcaria, e quanto mais fala, mais se afunda. É difícil não ter pena.

Pena por diversos motivos, mas o principal é, por saber que quem ofende não é feliz. Não tem paz. E que o coração desta pessoa está exatamente igual, ao que saiu pela boca dela, nojento.

Infelizmente, algumas pessoas precisam ser deixadas de lado. Isso não significa que não as perdoamos. Mas significa que não queremos dar a chance para que ofendam de novo, e também pelo cheiro de cocô difícil de aguentar.

Eu sei que há casos terríveis, situações horríveis em que parece que devemos nos vingar e que odiar e humilhar quem nos fez mal é a melhor resposta.

Ceder, ceder, ceder, SE AFASTAR e viver em paz. É melhor, do que estar cheio de razão, e ficar maquinando o que fazer contra o outro para revidar.

Ah... e quem perdoa não esquece. Se lembra sim, mas não com ódio. Com inteligencia para não se deixar maltratar de novo, e compaixão para estender a mão, na necessidade, mesmo se lembrando do que te fizeram.

Como disse o apostolo Paulo... 
IITimóteo 4.14  "Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.
15 Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras."

Ele não amaldiçoou, não pediu que fossem atras dele para se vingar. Disse... que "ele pague segundo suas obras". E depois orientou a Timóteo, para que ele também se afastasse, porque ele, Alexandre, não estava interessado em sair do cocô.

Quando não perdoamos, nós perdemos.
O que o outro disse ou fez, foi mau, as vezes é terrível, imperdoável. Mas não pode ter domínio sobre nós.

Por isso, perdoe, livre-se disso de dentro de você, e se afaste.

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