terça-feira, 1 de março de 2016

Pode uma mãe amar mais a um filho do que a outro?



Antes de nascer meu segundo filho(Pedro), eu tinha medo de não ter espaço no meu coração, meu amor pelo primeiro (Joana) ocupava tudo, pensava eu,  e acreditava que nunca seria capaz de amar tão intensamente de novo.

Joana foi amor a primeira vista, fiquei desequilibradamente apaixonada pela minha cria. Sabendo isso, quando engravidei novamente, temia que acontecesse isso com Pedro,e eu perdesse parte do amor que eu sentia pela Joana. Medos de mãe, medos de quem ama e não quer magoar.

Mas não, meu coração dobrou de tamanho. Logo a seguir ao parto eu o amei, mas dessa vez, foi um amor mais equilibrado, ele me conquistou de um jeito mais racional, calmo, menos ansioso.  Talvez seja o que torna o segundo filho, um pouco menos difícil (não me atrevo a dizer fácil).

Mas amar mais a um filho do que a outro?
Mesmo amando igualmente os filhos, uma mãe pode sim brigar, dar mais atenção, mimar mais, ou comprar mais coisas para um do que para outro. 

Cada filho é um ser humano diferente e o tratamento acaba por ser diferente. Minha Joana tem quase 4 anos, então exige muito mais conversa, brincadeiras de parquinho e broncas que o Pedro que apenas tem 10meses. Por outro lado, Pedro recebe muito mais colo, miminhos e meu peito. Ele tem um tratamento diferente do da irmã. Óbvio! Talvez aos olhos dela, eu esteja mimando e amando mais o Pedro. Mas eu sei que é impossível. Sou apaixonada pelos dois.

É possível uma mãe não amar um filho? Sim... uma progenitora pode não amar, e aqui no blog temos um texto com uma pergunta de uma leitora que não ama seu filho. São exceções.

Mas "normalmente", mães amam igualmente seus filhos, e sim, tratam diferente, sem que isso signifique amar menos.








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