sábado, 16 de julho de 2016

Birra, birra birra... Socorro!!



Escrevi birra no google e comecei a ler as recomendações dos tantos psicólogos e escritores, sobre o tema. Cheguei a uma conclusão: eles não têm filhos!!
A verdade é que não importa o quantas crianças você orientou,ou mesmo ajudou a educar como profissional. Ter filhos é diferente!

Criança tem que ter birra, faz bem a saúde e os ajuda a entender muito sobre a vida. Constrói sistemas cognitivos de reação a ansiedade e como lidar com o egocentrismo e a frustração. É assim que eles descobrem que não são o centro do universo.

O básico em todas as idades é : NUNCA DÊ O QUE ELE QUER NA HORA DA BIRRA!! Não dê porque você não quer, e quando ele age assim ele não merece.
"Quando você se portar melhor, podemos voltar apensar no assunto. Enquanto estiver assim, não temos conversa".
Na hora, seja firme, calma, espere passar e continue o que tem a fazer. Se puder, volte para casa. Normalmente as piores birras acontecem quando eles estão cansados.

Não tenha vergonha, não dê o que ele quer só para se calar. Entenda... essa queda de braço não é sobre você. É sobre ele, seu filho, aprendendo a lidar com a vida.

Não deixe ninguém se meter, ninguém.
Não fale dele com outras pessoas.
Não fale mal dele, não diga que é bobagem e que vai passar. É uma fase importante e você deve concentrar-se no momento, mas sem surtar.
Respire fundo, encarne um personagem calmo e sereno.

Espere. Quando se acalmar, comece a falar. Antes disso não fale.


E quando os gritos passarem, diga. Depois conversaremos sobre isso o que você quer. Agora, nós vamos embora daqui. Você sabe que fez mal. Agora vamos embora.

Não converse com seu marido a frente do menino, sobre o assunto. Estabeleça confiança e cumplicidade. Mas sem segredos. Leia meu texto sobre Segredos.

Não finja que nada aconteceu. Deixe ele sentir que alguma coisa mudou e você está triste. Mas se mantenha equilibrada. Você é a adulta, e ele o imaturo.

Ele terá que fazer isso mais uma ou duas vezes. Mantenha essa postura e seja uma mãe carinhosa e participativa. Não bata, não é preciso, acredite!!! Nem castigo... ele vai entender que fez mal e não vai querer voltar a te deixar triste. Principalmente porque vai perceber, que não consegue o que quer com birras.
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