sábado, 26 de novembro de 2016

Existem brinquedos que não são educativos?

Passeamos no shopping, entramos em lojas de brinquedos. Deixo meus filhos olharem, namorarem, conhecerem tudo o que há. Mas quem escolhe e compra o presente sou eu.



Observo-os as preferências em casa dentre os brinquedos que já temos, e não só.
Pedrinho, agora com 1 anos 7 meses, sempre demostrou interesse por organização e brinquedos de encaixe. Não pode ter um copo à mão, que arranja alguma coisa para jogar dentro.
Se me vê com uma chave de fendas consertando alguma coisa em casa, ele pede… e quando dou, começa a tentar atarraxar algum parafuso.

Nas lojas, agarra-se a muitos brinquedinhos coloridos e grandes, mas nem todos ele vai realmente brincar em casa.

Joana, com 4anos e meio, quer um violão (já partiu outro), quer eletrodomésticos de cozinha a brincar, quer a tal da bebe alive que ela vê o tempo todo no youtube.
Quer tudo que existe no mundo. De livros à caixinha de musica passando por bolas de encher (bexiga) e pela maior e mais cara Elsa (frozen) de todas. E se der, quer um ring de patinação para ter no quintal. Hoje mesmo pediu um trampolim.
Ela sabe que vai ganhar 1 presente, e optou pela Elsa gigante, mas não fiz promessas.



Alguém me perguntou: “Você não prefere comprar brinquedos educativos?”

O que não é educativo? Todo e qualquer brinquedo é educativo se for usado para fins saudáveis.

Desde um jogo de videogame, à uma bola? Todo brinquedo, quando bem utilizado, contribui para o bom desenvolvimento, físico-psíquico-sensorial da criança.

O importante é estar atento, conhecer, observar, avaliar a personalidade deles….

Nunca compre por impulso ou imediatamente quando eles pedem. Ensine a receber com gosto, ter um pouco da ansiedade saudável pela espera do que você tem para dar.

Tão importante quanto o presente é o entorno, todo a expectativa e excitação do momento. Não é apenas o que ele ganha, é como você oferece.

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